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06/03/13 09:35

O Serviço de Psicologia do Esporte e Neurociências e suas atribuições

O Serviço de Psicologia do Esporte e Neurociências da Confederação Brasileira de Judô está inserido no corpo das Ciências do Esporte compostas por áreas como: Medicina, Fisioterapia, Nutrição, Preparação Técnica e Física, Estrategismo, entre outras que têm como premissa atuarem baseadas na visão de interdisciplinaridade cuja troca de informações entre os profissionais é constante. As responsáveis pelo Serviço são: Adriana Lacerda (CRP/05ª 26267) e Luciana Castelo Branco (CRP/11ª 02938). Atualmente, dentre suas atribuições como psicólogas esportivas estão:

1- Proceder ao exame de características psicológicas dos judocas, visando o psicodiagnóstico individual ou do grupo;

2- Desenvolver ações utilizando-se de técnicas psicológicas que possam contribuir: em nível individual, para realização pessoal e melhoria do desempenho do judoca e; em nível grupal, para a otimização das relações entre esportistas, comissão técnica e dirigentes;

3- Realizar atendimento individual ou em grupo, visando a preparação psicológica no desempenho da atividade física disponibilizando sistemas de biofeedback e neurofeedback para gerenciamento do estresse, autorregulação de estados emocionais e níveis de ativação;

4- Acompanhar, assessorar e observar o comportamento dos judocas em ambiente de treinamento e competição;

5- Colaborar para a compreensão e mudança, se necessário, do comportamento de técnicos, assim como, nas relações interpessoais e intrapessoais que ocorrem no âmbito esportivo;

6- Elaborar e emitir pareceres sobre aspectos psicológicos envolvidos na situação esportiva, quando solicitado;

7- Confeccionar relatórios periódicos sobre as ações da Psicologia do Esporte;

8- Encaminhar o judoca ao atendimento clínico quando for verificada a necessidade de uma intervenção psicológica que transcenda as atividades esportivas;

9- Realizar palestras e reuniões com os integrantes da comissão técnica a fim de trocar informações e traçar estratégias de intervenção;

10 – Buscar o desenvolvimento de um vínculo com a equipe multiprofissional local de cada atleta da Seleção, principalmente com os psicólogos destes, com o objetivo de trocar informações, fornecer orientação e dar continuidade ao trabalho em momentos de treinamento e competição.

Fonte: http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2008/08/atr_prof_psicologo.pdf







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