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10/08/2015 17:15:30
Seleção Brasileira - Base

Seleção Sub 18 se despede de Sarajevo nesta terça com quatro medalhas na bagagem

Técnicos apontam evolução da equipe, mas detalhes ainda precisam ser aprimorados.

Seleção Sub 18 se despede de Sarajevo nesta terça com quatro medalhas na bagagem

A seleção brasileira juvenil embarca de volta para o Brasil nesta terça-feira, 11, depois de conquistar quatro medalhas, sendo duas de prata e duas de bronze, no Campeonato Mundial Sub 18, última competição da classe no calendário 2015. Além das medalhas, o Brasil teve ainda três quintos e três sétimos lugares, colocando metade da equipe entre os sete melhores do mundo em oito categorias de peso diferentes.

Com os bronzes de Jéssica Silva (44kg) e Beatriz Souza (+70kg) a equipe feminina repetiu os pódios do último Mundial, em Miami, mas conseguiu também um quinto e um sétimo lugar, com Vitória Andrade (57kg) e Gabriela Clemente (48kg), respectivamente.

“Na nossa preparação, trabalhamos muito o kumi kata (pegada) e a transição para ne-waza (luta no chão). Todas evoluíram, mas as que tiveram mais comprometimento tiveram os melhores resultados nessa competição que estava muito forte. A Vitória foi uma atleta que evoluiu muito durante o processo e mostrou muita atitude, garra neste Mundial, assim como a Jéssica e Bia, por exemplo. Na disputa por equipes fomos bem contra Polônia e Cazaquistão, mas acabamos perdendo para as duas maiores potências do judô mundial que são Japão e Rússia”, avaliou a técnica da equipe feminina, Danusa Shira, lembrando do quinto lugar conquistado pelas meninas na disputa por equipes.

Douglas Potrich, técnico da equipe masculina ressaltou também a evolução dos atletas, que levaram o Brasil a duas finais. Michael Marcelino (60kg) e Igor Morishigue (81kg) foram medalhistas de prata, mas os meninos ainda tiveram dois quintos com João Paulo Correia (50kg) e Renan Torres (55kg), e dois sétimos, com Bruno Watanabe (50kg) e Mike Pinheiro (55kg).

“A gente vinha trabalhando pontualmente nas dificuldades de cada atleta. Perdíamos muito em ne-waza e conseguimos melhorar isso. Com certeza vimos evolução e os melhores resultados vieram exatamente com aqueles que tinham mais dificuldades. Estamos no caminho certo, mas tem muito ainda o que melhorar. De 2013 para 2015 conseguimos amenizar essas dificuldades e o reflexo foram os resultados que vimos na Bósnia”, resumiu o técnico da equipe sub 18 masculina.

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