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24/09/2021 19:01:27
Seleção Brasileira - Principal

Quinta colocada em seu primeiro Grand Prix, Natasha Ferreira vê evolução e motiva-se para corrida rumo à Paris 2024

Brasileira de 22 anos disputou medalha de bronze no Grand Prix de Zagreb, nesta sexta, 24, melhor desempenho da seleção no primeiro dia de competição

Quinta colocada em seu primeiro Grand Prix, Natasha Ferreira vê evolução e motiva-se para corrida rumo à Paris 2024

O judô brasileiro apostou em novos nomes para o Grand Prix de Zagreb e uma das novatas já apresentou seu “cartão de visitas” no primeiro dia de competições. Peso Ligeiro (48kg) de 22 anos, Natasha Ferreira, em sua segunda participação apenas em etapas do Circuito Mundial Sênior, garantiu o Brasil nas disputas por medalhas do Grand Prix nesta sexta, 24, primeiro dia de competição, e ficou muito perto do pódio, terminando em quinto lugar.  

“Depois do início da pandemia, eu não tive oportunidade de participar de competições sênior nem no Brasil. Mas, me dediquei ao máximo nos treinamentos de campo e sempre mantive o foco na minha preparação”, conta.  

A medalha em Zagreb escapou por muito pouco. Depois de passar pelas preliminares com vitórias seguras sobre Lois Petit, da Bélgica, e Katharina Tanzer, da Áustria, a brasileira caiu na semifinal diante da francesa Melanie Vieu.  

Na disputa pelo bronze, ela enfrentou uma adversária mais experiente, a holandesa Gersjes Amber, de 24 anos, campeã mundial júnior em 2017. Mais alta, Amber conseguiu projetar Natasha para abrir um waza-ari de vantagem. A brasileira não recuou e empatou o duelo com uma bela técnica de pernas.  

No tempo extra, Natasha ainda impôs maior volume de ataques, forçando uma punição à holandesa. Depois de quase 7 minutos de luta no Golden score, Amber encaixou um uchi-mata e venceu a luta por ippon. 

Essa foi a primeira competição de Natasha Ferreira com a seleção principal desde que subiu da classe Sub-21 para a Sênior. Em 2019, ela integrou a equipe júnior do Brasil que lutou o Grand Slam de Brasília, em sua primeira experiência em eventos desse nível.   

“Faltou pouco para a medalha. (Do júnior para o sênior) Não senti tanto na força e na preparação física, mas talvez, a maior diferença seja a parte da experiência, que foi o que eu senti. Vim para Zagreb com o objetivo de medalhar. Infelizmente, a medalha não veio. Mas, acredito que tenha sido uma boa estreia em Grand Prix e já senti uma evolução do Grand Slam de Brasília que lutei quando ainda era Sub-21. Minha maior motivação é alcançar a vaga olímpica de Paris, em 2024, e treino todos os dias pensando nisso. Quero chegar nos pódios o quanto antes”, projetou a judoca da Sociedade Morgenau, do Paraná. 

O Brasil ainda teve outros dois atletas em ação no primeiro dia de Zagreb. Matheus Takaki (60kg) parou no waza-ari do esloveno David Starkel, enquanto Yasmim Lima (52kg) caiu para a russa Alesya Kusnetsova por ippon.  

No sábado, quatro judocas brasileiros lutarão em Zagreb: Michael Marcelino (73kg), Guilherme Schimidt (81kg), Millena Silva (70kg) e Luana Carvalho (70kg). As preliminares começam às 7h e as finais a partir do meio-dia, no horário de Brasília. 

 

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