17/10/2009 00:00:00
Seleção Brasileira - Principal
Quando a pressão vira motivação
"Acho que sou diferente. Me sinto motivado com isso tudo. Não encaro como pressão. Acho que só fico nervoso em ter meu pai na arquibancada", disse Nacif. "É muito prazeroso ver na arquibancada gente que convive comigo desde moleque. Fico arrepiado", completou o judoca.
Desde os sete anos, Nacif teve como professor Walcleydi Florêncio na Academia Yamate. Enquanto Nacif defendia as cores da seleção, Walcleydi cuidava dos detalhes do evento na equipe de produção da Confederação Brasileira de Judô. E falava de seu pupilo:
"Nacif sempre se destacou nas categorias de base e sabíamos que ele podia ir longe. Ele está apenas começando e tem que ter cabeça para corrigir os defeitos", disse Walcleydi.