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07/06/2018 13:34:37
Seleção Brasileira - Principal

Encontro de gerações em busca de inspiração no Japão

Com campeões olímpicos e mundiais de diferentes gerações, delegação brasileira chega ao Japão para período de treinos e inspeção a Hamamatsu

Encontro de gerações em busca de inspiração no Japão

Depois de mais de 24h de viagem, a chegada em Tóquio devolveu o sorriso nos rostos cansados da delegação brasileira. Composta por 42 pessoas entre atletas, comissão técnica e convidados como o campeão Olímpico Aurélio Miguel, a equipe da Confederação Brasileira de Judô chegou ao Japão nesta quinta-feira, 07, para duas semanas de treinamentos, além de mais uma visita de inspeção a Hamamatsu, a cidade escolhida pela CBJ para a fase de aclimatação antes dos Jogos de 2020.

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“Estou vivendo um sonho”, resume Aldi Oliveira, 18 anos, campeão mundial juvenil no ano passado. “Sempre quis fazer handori com um japonês. Quero aproveitar esses dias para ganhar conhecimento e evoluir”, continua o jovem judoca do Rio Grande do Norte.

Ele ouvia atento as colocações de Aurélio Miguel enquanto esperava o trem bala de Tóquio para Hamamatsu. E confessava sorrindo: “Meu primo Ricardo me deu uma camisa para autografar aqui pelos atletas da seleção”.

Além de Aurélio, mais duas das quatro medalhas de ouro Olímpicas do Brasil fazem parte da delegação: Sarah Menezes e Rafaela Silva.

E estar no Japão inspira a todos de maneira igual.

“Quando lutava costumava vir para cá duas vezes por ano. É o melhor lugar para o judoca estar”, afirma Aurélio Miguel, que não pisava em solo japonês desde que deixou os tatames em 1999.

De lá para cá, quem passou a frequentar o país do sol nascente foi Sarah Menezes. Desde 2006 é assídua de competições e treinos no Japão. E foi aqui que ganhou sua primeira medalha de mundial sênior, em 2010.

“Me sinto em casa. Gosto de tudo: do treino, da comida, do ambiente”, afirma a piauiense.

E, de fato, acolhimento é a palavra-chave. Logo ao desembarcar, a equipe brasileira foi recebida pela comitiva da cidade de Hamamatsu, com faixas e bandeiras no aeroporto. Atentos aos mínimos detalhes para fazer os judocas se sentirem bem, os anfitriões sabem que podem fazer a diferença na busca por mais medalhas Olímpicas para o Brasil daqui a dois anos, em Tóquio.

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Foto: Manoela Penna/CBJ

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