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16/11/2012 00:00:00

Herói do bronze no Mundial por Equipes não se sente pressionado para o GP

Herói do bronze no Mundial por Equipes não se sente pressionado para o GP

Há menos de um mês o Brasil vibrou com o ippon de Eduardo Bettoni sobre o francês Ludovic Gobert na disputa da medalha de bronze do Campeonato Mundial por Equipes de Judô, realizado em Salvador, na Bahia. Naquele evento, o Brasil perdia o confronto para os franceses e, com seis segundos para o fim, Eduardo consegiu o ponto que empatou o combate e abriu o caminho para a vitória brasileira. Nesta sexta-feira, o judoca do Minas Tênis Clube trocou o lugar de herói pelo de torcedor e veio ao Ginásio do Esporte Clube Pinheiros, onde acontece o Grand Prix Nacional Interclubes de Judô, torcer pela equipe feminina do Minas Tênis Clube.

“Ainda estou bastante feliz com essa vitória que conquistei pela seleção e o que mais mudou no meu dia a dia foi a vontade de voltar a sentir aquela sensação indescritível que vivi no Mundial por Equipes. Pura euforia e êxtase. Todos os dias acordo com vontade de me superar”, diz Eduardo.

O judoca ressaltou a importância de vir até o ginásio dar uma “forcinha” para a equipe feminina do Minas.

“Acredito que a presença da equipe masculina deixe as meninas um pouco mais tranquilas para a competição. Elas têm tudo para estar no pódio novamente”, diz Eduardo.

Para o atleta, o fato de ter obtido reconhecimento nacional por ter marcado o ponto que deu a vitória para o Brasil sobre a França no Mundial por Equipes, fez com o que a responsabilidade aumentasse, mas, não a pressão.

“Não me deixo abalar pela pressão. Responsabilidade por responsabilidade, eu senti mesmo quanto fui convocado para substituir o Tiago Camilo no Mundial. Quero ajudar o Minas e sei que podemos brigar pelo título este ano”, afirma.
 

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